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Encerrada a última jornada, é tempo de fazer um pequeno balanço sobre a nossa prestação nesta primeira fase do campeonato. Assim, concluímos a prova na 4ª posição com 26 pontos conquistados. O nosso ataque foi o 3º melhor da competição, com 59 golos marcados. O saldo de golos marcados vs golos sofridos é de 19 golos, o 4º melhor da prova.
O balanço da nossa participação é globalmente positivo: superámos francamente a prestação da época anterior, praticando um Futsal atractivo, de forte poder ofensivo (como prova a média de 4 golos marcados por jogo), capaz de se bater com qualquer equipa e que habitualmente chama muito público ao nosso Pavilhão.
É importante frisar que este é o primeiro escalão de formação do GDG e que a ausência de escalões de base no Clube, como Escolas, Infantis e Iniciados, influi fortemente na performance da equipa. Grande parte dos jogadores que constituem o nosso grupo fez a sua estreia enquanto federados.Em momentos-chave, esta falta de experiência acabou por pesar.
Mais do que falarmos em lugares na tabela classificativa, o objectivo nas camadas jovens é o rendimento, preparando os jovens para serem melhores homens, socialmente activos e, no que diz respeito ao clube, capazes de no futuro, acrescentarem qualidade a equipa sénior.
Nestes capítulos, os objectivos foram cabalmente alcançados e por isso a equipa técnica felicita todos os atletas pelo esforço, dedicação e empenho demonstrado durante esta primeira fase.
No entanto, ainda há muito trabalho pela frente, é importante trabalharmos ainda com mais afinco para consolidarmos o nosso jogo nesta nova fase que em breve começará.
A equipa técnica,
Diogo Figueiredo
Carlos Figueiredo
Tiago Fresco
A última jornada desta primeira fase seria jogada frente ao lanterna vermelha, a formação do Belazaima. Apesar de pouco ou nada influir na classificação final, continuavam 3 pontos em disputa e desejavamos fechar a nossa participação com uma vitória perante os nossos adeptos.
Acabou por ser um jogo sem história, que cedo começou a ser resolvido. Logo após o apito inicial, um jogador do Belazaima faz um mal passe, colocando a bola fora do terreno de jogo. Na reposição lateral, através de uma combinação simples, Tiago Fernandes aparece livre na área, abrindo o marcador ainda não estava ultrapassado o 1º minuto da partida.
O golo colocou em evidência o desequilíbrio entre as duas equipas e naturalmente assumimos o controlo das operações, neutralizando por completo todas as investidas adversárias. Contudo, denotámos uma gritante ineficácia na finalização, ora por falta de tranquilidade, ora por excesso de confiança, e não mais conseguimos marcar durante o primeiro tempo.
Ao intervalo, o resultado de 1-0 era inusitado, não só pelas inúmeras oportunidades que desperdiçámos, como também pelo facto de que nunca tivémos a nossa baliza em perigo, limitando-se o nosso GR a repor bolas em jogo.
A segunda parte apenas distingue-se da primeira pelos 6 golos que obtivémos e os 2 golos que consentimos, fazendo o resultado final de 7-2 a nosso favor.
Uma vitória tranquila, cujo resultado acaba por ser curto face às situações de finalização fácil que construímos, frente a um adversário que nunca deixou de lutar e de tentar fazer o seu jogo.
Destaque para a estreia de Joel, jogador que devido a atraso burocrático apenas pôde ser inscrito nesta jornada.
Jogámos com:
Tiagão (GR); Tiago Fernandes (1), Rafael (1), Tiaguinho e Xico (1) – 5 inicial
Jogaram ainda: Parracho (GR); Jacinto (1), Paulo, Gonçalo (2), Joel e Fábio (1).
A segunda fase ainda tem o seu calendário por definir, sendo o sorteio previsto para 02/02/09 na sede da AFA.
A penúltima jornada desta primeira fase colocava frente-a-frente o 3º e o 4º classificado, na luta pelo último lugar ainda em aberto para a disputa do título distrital. Com 4 pontos de diferença para a formação Aveirense, somente a vitória nesta partida permitia-nos continuar a almejar o apuramento para a segunda fase.
O jogo começou em ritmo moderado, ambas as equipas em fase de estudo e com muito medo de errar. O equilíbrio imperou nos primeiros minutos, e apesar de termos desperdiçado uma boa oportunidade cedo (Tiago Fernandes isolado proporciona uma excelente defesa ao GR contrário), foi o Beira-Mar que chegou à vantagem: na sequência de um pontapé de canto um jogador Aveirense remata na zona dos 9 metros, beneficiando de um ligeiro desvio de bola num defesa para trair o nosso GR. Em vantagem a equipa da casa recuou as linhas defensivas, procurando explorar os contra-ataques, correndo, assim, menos riscos. Seria numa rápida transição que sofreríamos o 2º golo, quando numa recuperação de bola (que nos parece precedida de falta sobre o nosso atleta), o Beira-Mar finaliza com eficácia uma situação de 2x1.
Com dois golos de desvantagem a equipa desconcentrou-se e, durante esse período, a formação da casa controlou as nossas investidas, baixou o ritmo do jogo e geriu a posse de bola de forma. Perto do intervalo, mais incisivos, conseguimos recuperar a bola mais perto da baliza adversária e, em duas ocasiões, Fábio esteve perto de marcar.
Ao intervalo, o resultado de 2-0 colocava em evidência o maior acerto da equipa do Beira-Mar até então.
Longe do resultado que pretendíamos, entrámos para a segunda parte tentando assumir o jogo, de forma a tentar recuperar da desvantagem no marcador. Contudo, o nosso maior ímpeto atacante não teve o seguimento defensivo necessário: consentimos mais 2 golos em situações que claramente poderíamos ter feito melhor.
Já numa fase de máximo risco, obtivemos 2 golos e desperdiçámos oportunidades soberanas para reduzir ainda mais a diferença no marcador. A um minuto do fim, Ismael é expulso por suposta simulação de falta, reduzindo-nos a 4 elementos e sentenciando a partida.
A vitória da formação Aveirense justifica-se pelo aproveitamento dos nossos erros defensivos, pela máxima eficácia na finalização e pela maior tranquilidade que patentearam. Quanto a nós, cometemos erros defensivos pouco habituais durante todo o jogo e denotámos pouca tranquilidade na finalização sobretudo na 2ª parte, dando a entender que a inexperiência dos nossos jogadores tolheu a nossa performance ao nível técnico e táctico. No que respeita à entrega, os nossos jogadores foram inexcedíveis.
Uma palavra de preocupação relativamente à arbitragem deste jogo que claramente nos empurrou para trás, deixando faltas por assinalar, transformando pontapés de baliza em cantos e, sobretudo durante a primeira parte, irritando jogadores e adeptos. A expulsão do nosso jogador, com cartão vermelho directo por simular uma falta é, no mínimo, exagerada, visto que, como a própria equipa de arbitragem confirmou no fim do jogo, o atleta não se dirigiu de forma imprópria a nenhum dos juízes.
Com este resultado, fica definido o grupo de equipas da Zona Sul que disputarão o título distrital esta época. Às 3 formações, Covão do Lobo, Barrô e Beira-Mar, deixamos votos de felicidades para o resto da temporada.
O nosso próximo jogo e último desta 1ª fase, será no nosso pavilhão, a 31/01/09, às 15h, frente ao Belazaima.
Ao folgarmos na jornada anterior, dispusémos de tempo para recuperar os jogadores que durante as últimas jornadas não alinharam devido a problemas físicos. Apenas Tiago Dias, que se havia lesionado nos minutos iniciais da partida frente ao CRECUS, continuava em recuperação e, por isso, impedido de dar o seu contributo à equipa.
Recebíamos, nesta jornada, a formação do Barrô, actual 2º classificado, que partia para este jogo moralizada pela vitória alcançada na semana anterior, frente à formação do Covão do Lobo, líder do campeonato. Quanto a nós, qualquer resultado que não fosse a vitória colocar-nos-ia mais longe do 3º lugar. Estavam, portanto, reunidos os ingredientes necessários para um jogo emotivo entre duas equipas da parte superior da tabela classificativa.
Mandámos no jogo praticamente desde o apito inicial e abrimos o marcador, ainda não estavam ultrapassados os primeiros 5’ de jogo. As situações de finalização iam-se avolumando na baliza da equipa visitante, com o GR adversário a assumir protagonismo, negando por diversas vezes o golo ao GDG. Contudo, no primeiro remate que faz à baliza, o Barrô chega à igualdade, à passagem dos 10’ de jogo. O golo visitante em nada alterou a postura da nossa equipa que continuava a carregar e, infelizmente, a desperdiçar oportunidades soberanas para voltar à vantagem. A escassos minutos do fim da 1ª parte, no segundo remate que faz à nossa baliza, o Barrô chega ao 1-2, aproveitando da melhor forma uma recuperação de bola e fixando o resultado com que chegaríamos ao intervalo.
No balneário, poucas correcções haviam para fazer, sendo apenas a falta de eficácia na finalização a justificação para a desvantagem ao fim dos primeiros 25’.
A 2ª parte começou praticamente com o nosso golo de empate, que teve o condão de nos projectar para uma exibição portentosa e desconcentrou por completo os jogadores do Barrô. Ao inflingirmos um ritmo vigoroso, fomos remetendo a equipa visitante para o último terço do terreno e os golos foram surgindo com naturalidade e felicidade, até chegarmos ao resultado final de 8-2 a nosso favor, brindando o público com bons momentos de futsal.
Esta goleada, anormal para os valores das duas formações, apenas surpreenderá quem não se deslocou ao Pavilhão da Gafanha da Nazaré para assistir a este jogo. De facto, foi uma exibição bastante conseguida da nossa equipa, que conseguiu, ao longo de todo o jogo, impor um ritmo forte, mantendo a concentração e a coesão.
Jogámos com:
Tiagão (GR); Tiago Fernandes (1), Rafael (2), Ismael (3) e Xico (2) – 5 Inicial
Jogaram ainda: Parracho (GR), Tiago Ferreira, Fábio, Jacinto, Gonçalo e Paulo.
Esta vitória foi ainda mais saborosa por ser obtida no dia de aniversário dos nossos jogadores Tiagão e Paulo.
A próxima jornada é a 24/01/09, data em que defrontaremos o Beira Mar, em Aveiro, às 15h.
Tal como na jornada anterior, voltámos a estar muito desfalcados, com alguns atletas a depararem-se com problemas de saúde que os impedia de ajudar a equipa neste jogo frente à difícil formação do CRECUS. No início desta jornada estávamos a 2 pontos deste adversário, pelo que apenas a vitória nos interessava.
Começámos muito bem o jogo, pressionando forte e assumindo as despesas do jogo. Durante os primeiros minutos o jogo foi praticamente de sentido único, com a formação adversária a denotar dificuldades em construir o seu jogo ofensivo. Íamos construindo boas situações de finalização e foi com naturalidade que chegámos à vantagem, através de uma boa jogada colectiva.
A perder, a formação do CRECUS adiantou as linhas defensivas, tentanto recuperar a bola mais perto da nossa baliza. Deste intensificar da pressão acabou por nascer o golo do empate, com um jogador visitante a aparecer livre na área a desviar para a baliza um remate mal direccionado de um colega.
Soubemos reagir ao golo sofrido e com muita garra passámos novamente para a frente do marcador, obtendo dois golos repletos de perseverança e oportunismo.
O resultado de 3-1 ao intervalo ajustava-se mas antevia dificuldades para a segunda parte.
A etapa complementar alterou a toada do jogo, com o CRECUS a apostar forte na tentativa de chegar pelo menos ao empate e a nossa equipa, sempre com muito sacrifício, sacudindo a pressão adversária e espreitando o contra-ataque, na expectativa de chegar ao 4º golo e, assim, “matar” o jogo. Com o avançar do relógio a formação visitante apostava cada vez mais num jogo directo, conseguindo reduzir para 3-2 a escassos 5’ do termo da partida. Contudo, no minuto seguinte seríamos nós a chegar ao golo da tranquilidade, hipotecando as possibilidades de reacção da equipa do CRECUS.
Esta vitória justifica-se plenamente pela capacidade de luta, entrega e sacrifício da nossa equipa, que privada de 5 elementos (Gonçalo, Ismael, Renato, Paulo e Tiago Dias, que ao lesionar-se nos primeiros minutos da partida ficou impedido de prosseguir em jogo), soube se unir de forma a suprir as ausências.
Jogámos com:
Tiagão (GR); Tiago Dias, Rafael (1), Tiago Ferreira e Xico – 5 inicial
Jogaram ainda: Tiago Fernandes (2), Jacinto e Fábio (1).
Com esta vitória ultrapassámos o CRECUS na tabela classificativa e subimos ao 4º lugar, a 3 pontos do 3º classificado, a formação vizinha do Beira Mar. Folgaremos na próxima semana, aproveitando assim a paragem para recuperar os jogadores com limitações físicas.
O próximo jogo será em casa a 17/01/09 às 11h, frente à formação do Barrô.
O último jogo de 2008 acabou por ser amargo para a nossa equipa, que com muitas baixas (alguns jogadores com problemas de saúde e outros ausentes durante a quadra de Natal) cometeu erros infantis e acabou por ser derrotada pela formação da casa, que apenas se limitou a aproveitar as oportunidades que concedemos.
O jogo começou muito equilibrado com a equipa da casa a apostar nas reposições de bola longas, tentando desta forma, através de um ressalto, alvejar a nossa baliza. Acabaria por ser em dois livres que os Atómicos chegariam à vantagem, com muitas culpas para a nossa defesa. A perder por 2 golos, fomos tentando impôr o nosso jogo e a pouco e pouco fomos chegando à baliza adversária com perigo, com o GR adversário a assumir protagonismo, impedindo-nos de chegar ao golo por diversas ocasiões.
Ao intervalo perdíamos por 2-0, mais por demérito nosso que propriamente mérito adversário.
A segunda parte foi em tudo igual à primeira e mais uma vez cometemos erros crassos que permitiram a obtenção de mais 3 golos por parte do adversário, de nada valendo os 2 golos que conseguimos marcar.
O resultado final premeia a equipa que apenas teve de aproveitar com eficácia os brindes que fomos dando ao longo de toda a partida. Quanto a nós, a derrota mostra que quem quer ganhar não pode cometer os erros básicos que cometemos neste jogo.
Alinhámos com:
Tiagão (GR); Tiago Dias, Tiago Fernandes, Jacinto e Fábio – 5 inicial
Jogaram ainda: Gonçalo, Xico, Tiago Ferreira e Paulo.
O próximo jogo e o primeiro de 2009 será em casa, a 03/01/2009 às 16h, frente à formação do CRECUS.
Após 4 jogos consecutivos sem conhecermos o sabor da derrota, deslocámo-nos ao pavilhão de Covão do Lobo, casa da formação líder da tabela classificativa.
Os primeiros minutos do jogo, mostrou um GDG pressionante, recuperando muitas bolas ainda no meio campo ofensivo. Foi desta forma que inaugurámos o marcador, à passagem dos primeiros 5’ de jogo. O golo obtido acabou por ser um presente envenenado e ao invés de ganharmos confiança com a vantagem no marcador, mostrámos uma faceta completamente distinta: muito complicativos, muita discussão entre os jogadores, pouco espírito de entreajuda, cada jogador preocupado em resolver sozinho os problemas colectivos.
Este nosso desnorte foi aproveitado com eficácia pela formação da casa, que rapidamente conseguiu obter dois golos, muito facilitados pela nossa equipa, que mais preocupados em discutir do que realmente em jogar, deixavam o adversário progredir a seu bel-prazer.
Após desconto de tempo e algumas correcções, voltámos ao jogo mais concentrados, na expectativa de chegarmos à igualdade ainda antes do intervalo. No entanto, após desperdiçarmos algumas boas oportunidades para chegarmos ao golo, seria o Covão do Lobo a obter o 3º tento, na sequência de uma situação de 2x1 a nosso favor que, ao perdermos a posse de bola sem finalização, resulta numa situação de 4x2 a favor da formação da casa, concluída com êxito.
Ao intervalo, o resultado de 3-1 para a equipa da casa, castigava a nossa falta de concentração, sobretudo após termos chegado à vantagem.
O segundo período mostrou um GDG mais coeso, com uma atitude mais condizente com o seu real valor. Contudo, fomos incapazes de inverter o resultado. Seria mesmo a formação da casa a dilatar a vantagem, obtendo dois golos repletos de felicidade.
O resultado final de 5-1 é um prémio merecido para a equipa que mostrou melhor organização colectiva, mais humildade e espírito de sacrifício. A nossa inexplicável falta de coesão após o 0-1 revelou-se fatal, alterando por completo o rumo de um jogo, que se encarado de outra forma, tinha todas as condições para nos ser favorável.
Jogámos com:
Tiagão (GR); Tiago Dias, Ismael (1), Jacinto e Xico – 5 inicial
Jogaram ainda: Parracho (GR), Gonçalo, Fábio, Renato e Tiago Fernandes.
O próximo jogo disputa-se a 27/12/08, último deste ano, frente à formação dos Atómicos, na condição de visitantes.
A equipa de Juvenis deseja a todos vós um feliz natal, repleto de saúde, junto daqueles que vos são mais queridos.
Depois de duas jornadas consecutivas a jogar fora de casa, voltávamos a jogar diante do nosso público, frente à formação de S. Jacinto, penúltima classificada. A vitória era o resultado que nos interessava e o único que nos colocaria novamente no grupo dos 3 primeiros.
O jogo foi praticamente de sentido único, com a nossa formação a assumir as despesas ofensivas desde o primeiro minuto. O adversário tentava tapar todos os caminhos para a sua baliza e, quando de posse de bola, procurava, sempre que possível, baixar o ritmo do jogo de forma a aproveitar o andar do cronómetro.
A muralha defensiva visitante viria a tombar à passagem dos 15’, altura em que Ismael, através de um remate na zona dos nove metros, abriu a contagem, 1-0. Apesar da desvantagem, a formação de S. Jacinto, não alterou a sua forma de jogar: sempre com muitas preocupações defensivas, a estratégia passava por impedir o avolumar do marcador e, em contra-ataque, tentar chegar à igualdade.
Ao intervalo a vantagem mínima aceitava-se pelo nervosismo que apresentámos na fase inicial e pela entrega dos visitantes.
Foi pedido no balneário melhor gestão da posse de bola, limitando, assim, as possibilidades de transições rápidas ao adversário. Face ao que se passou na 1ª parte, um golo da formação visitante poderia complicar as coisas para o nosso lado.
Mostrámo-nos mais pacientes ao longo de toda a 2ª parte e com melhor circulação de bola, mais velocidade e segurança no passe, fomos tranquilamente dilatando o marcador até chegarmos ao 5-1 final.
Jogámos com:
Parracho (GR); Tiago Dias, Rafael (1), Ismael (3) e Xico (1) – 5 inicial
Jogaram ainda: Fábio, Renato, Jacinto, Tiago Fernandes, Tiago Ferreira, Paulo e Gonçalo.
Sábado, 20/12/08, às 15h, deslocamo-nos a Covão do Lobo, para defrontar a formação local.
No passado dia 05/12/08 realizou-se o jantar de Natal da equipa de Juvenis do GDG. Este jantar, que teve lugar no Restaurante “ O Garfo” em Aveiro, cotou-se como uma excelente oportunidade para deixar, por momentos, o futsal de parte e para jogadores, equipa técnica e dirigentes deste escalão conhecerem-se melhor, convivendo e fomentando o espírito de grupo.
Este jogo marcava o início da 2ª volta e não podíamos ter desafio mais exigente do que frente à sempre competitiva formação de Albergaria que, à entrada desta jornada, estava apenas a 1 ponto do GDG.
Iniciámos muito bem o jogo, defendendo com muito rigor e chegando com alguma facilidade às zonas de finalização. O Albergaria sentia dificuldades em acercar-se da nossa baliza e, durante boa parte do 1º tempo, poucas foram as vezes em que o nosso GR foi chamado a intervir.
Cedo passámos para a frente no marcador, através de uma boa jogada colectiva. A formação de Albergaria acusou o golo sofrido, não conseguia encaixar no nosso sistema e continuávamos a construir boas situações de finalização. Foi, portanto, sem surpresa, que chegámos ao 2º golo, na cobrança de um livre directo.
Com 2 golos de vantagem e perante as dificuldades do adversário em travar as nossas transições ofensivas, a nossa equipa deslumbrou-se e perdeu oportunidades flagrantes de disparar no marcador e tornar diminutas as possibilidades de recuperação da formação da casa.
Espelho deste momento de desconcentração foi a forma como o Albergaria consegue reduzir para 1-2 em cima do intervalo: situação de 2x1 a nosso favor em que, por excesso de confiança, permitimos ao adversário de recuperar a bola e sair em contra-ataque, obrigando-nos a recorrer à falta na zona dos nove metros. Do livre, chegaria o golo para a equipa da casa.
A forma como encarámos o jogo após o 0-2 serviu de tema para a conversa durante o intervalo, para relembrar aos jogadores o preço a pagar por facilitarmos e sobretudo para exigir aos jogadores espírito de sacrifício e capacidade de sofrimento, sempre necessários para levar de vencida adversários da qualidade da formação de Albergaria.
As palavras no balneário foram interiorizadas pelos atletas e, com grande solidariedade e união, entrámos decididos a não deixar fugir os 3 pontos. Assim, durante toda a etapa complementar fomos sacudindo a pressão adversária e colocando o adversário em sobressalto com contra-ataques rápidos e perigosos. A situação da equipa da casa viria a complicar-se quando, a cerca de 3 minutos do fim, na sequência de uma entrada mais dura, um jogador é expulso, deixando o Albergaria reduzido a 4 elementos. Em vantagem numérica, soubemos gerir com eficácia o tempo de jogo restante e saímos de Albergaria com a vitória, entrando nesta 2ª volta com o pé direito.
Apesar de nem sempre bem jogado, esta partida foi, no mínimo, intensa. Ambas as equipas procuraram a vitória e a entrega dos jogadores foi excepcional, sendo caso para dizer que o confronto entre estas duas equipas no escalão Juvenil é já um derby distrital. O resultado final justifica-se pela nossa superioridade na 1ª parte e pela nossa entrega e labor durante a 2ª metade.
Jogámos com:
Tiagão (GR); Tiago Dias, Rafael (1), Ismael (1) e Xico – 5 inicial
Jogaram ainda: Fábio e Renato
Não utilizados: Parracho (GR), Tiago Ferreira, Tiago Fernandes, Jacinto e Paulo.
O próximo jogo é em casa, Sábado 13/12/08, às 11h, frente à formação do S. Jacinto.
Tal como dito anteriormente, a partida com o Belazaima encerrou a primeira volta deste campeonato. Ao cabo destas 9 jornadas, o nosso saldo é de 3 vitórias, 2 empates e 3 derrotas. Ocupamos a 5ª posição com 11 pontos, separados por 3 pontos dos lugares que dão acesso à discussão pelo título distrital. O nosso ataque é o 2º mais produtivo da prova, com 28 golos, apenas suplantado pela formação do Covão do Lobo. O nosso saldo final (golos marcados – golos sofridos) é de 10 golos, o 3º melhor da competição.
A 2ª volta começa já no próximo Sábado, 06/12/08, às 17h, fora de casa, frente ao Albergaria.
Depois de 3 jogos sem vencer, era nossa pretensão terminar a primeira volta deste campeonato com uma vitória. No entanto, o imenso frio que se fazia sentir no pavilhão, aliados ao piso extremamente escorregadio e à nossa inoperância durante os primeiros 20 minutos, ditaram um empate comprometedor para a nossa equipa.
De facto a nossa primeira parte foi para esquecer. Demasiado lentos e previsíveis, concedemos muitos espaços ao adversário que compensava as suas limitações técnicas com muita entrega e atitude. Foi assim que, na sequência de um pontapé de canto, a equipa da casa chegou à vantagem: remate para o interior da área e um jogador do Belazaima a empurrar para a baliza, antecipando-se aos nossos defesas.
A perder, melhorámos a nossa atitude e com mais agressividade fomos criando oportunidades de golo apenas não concretizadas devido à nossa falta de clarividência no momento da finalização, que fazia com que os nossos remates fossem travados ora pelo Guarda-Redes, ora pelos ferros da baliza do Belazaima.
Ao intervalo a desvantagem no marcador aceitava-se visto só termos entrado no jogo depois do golo sofrido.
Entrámos na 2ª parte com outra atitude e fruto da nossa maior pressão, o jogo ganhou sentido único. Contudo, a ânsia de chegarmos ao golo tolheu a nossa tranquilidade na hora de finalizar, e, uma vez mais, algumas boas intervenções do guarda-redes e os postes da baliza adversária impediram a reviravolta no marcador.
A escassos minutos do término da partida, surgiria, finalmente, o golo do empate, altura em que jogávamos o tudo por tudo. Não haveria, no entanto, tempo para mais, e o 1-1 seria, efectivamente, o resultado final.
Apesar de termos efectuado uma exibição muito aquém do esperado (demos, praticamente, uma parte de avanço ao adversário) este empate acaba por ser um rude golpe para a nossa equipa que, face às oportunidades desperdiçadas, poderia ter saído deste jogo com uma vitória.
Jogámos com:
Parracho (GR); Tiago Dias (1), Rafael, Renato e Xico – 5 inicial
Jogaram ainda: Tiagão (GR), Tiago Ferreira, Tiago Fernandes, Jacinto e Gonçalo.
Não utilizado: Paulo.
Aqueles que habitualmente consultam este nosso blog informativo, constatam que não existem qualquer tipo de comentários, em nenhuma das crónicas, ao trabalho das equipas de arbitragem. Tal se deve ao facto de crermos que os árbitros, tal como técnicos e jogadores, estão sujeitos ao erro e estes não devem servir de desculpas para resultados menos bons.
Não devemos, contudo, confundir erros de julgamento (e neste jogo não foram poucos, tendo até uma grande penalidade, clamorosa, por assinalar) com o absoluto desastre que presenciámos neste jogo: um chorrilho de erros técnicos grosseiros e total alheamento do jogo (chegaram a perder os cartões dos jogadores!!!).
Interromper um jogo em andamento (e uma jogada de ataque) para ordenar a um jogador que puxe as meias para cima é MAU;
Terminar o jogo quando a equipa de posse de bola está, no meio campo adversário, numa situação de 3 atacantes contra 1 defesa é PÉSSIMO;
Conceder 2 descontos de tempo a uma das equipas numa só parte é INQUALIFICÁVEL.
Numa altura em que o futsal começa a ganhar dimensão e seguidores, devemos reflectir sobre o rumo que pretendemos dar à modalidade, sobretudo no que diz respeito aos escalões de formação.
Falta de personalidade, abuso de poder, arrogância e desconhecimento das regras por parte de quem apita, normalmente resultam numa mistura explosiva que apenas serve para gerar um clima de revolta e suspeição. E mais importante: onde estão as entidades reguladoras que deveriam fiscalizar e avaliar os responsáveis impedindo os mesmos de repetir a gracinha noutro pavilhão, já na próxima jornada?
À entrada da jornada estávamos apenas a um ponto do nosso adversário. Sabíamos, por isso, que em caso de vitória não só ultrapassaríamos a formação Aveirense na tabela classificativa, como também, nos aproximaríamos do 3º lugar.
Entrámos bem no jogo, com muita agressividade e atitude, criando algumas situações de finalização, não concretizadas apenas por falta de eficácia no último toque. Com o avançar do relógio o equilíbrio entre as duas formações acabou por prevalecer e, não obstante algumas boas oportunidades que não soubemos aproveitar da melhor forma, o 0-0 não sofreria alterações até ao intervalo.
No balneário as instruções serviram para corrigir alguns aspectos tácticos e, sobretudo, para encorajar os jogadores a finalizar a preceito.
A segunda metade do jogo manteve as características da primeira: muito equilíbrio, boa atitude dos nossos atletas, ainda a pecha na finalização como entrave para chegarmos à vantagem. O ritmo elevado do jogo fazia com que qualquer equipa estivesse próxima de chegar ao golo e, à passagem dos 10’, seria o Beira-Mar a inaugurar o marcador, 0-1.
Com tempo suficiente para recuperarmos da desvantagem, tentámos dificultar as transições ao adversário de forma a conquistarmos a posse de bola mais próximos das zonas de finalização. Contudo, seria o Beira-Mar a dilatar a vantagem, aproveitando uma situação de 2x1 criada por uma má construção ofensiva da nossa equipa.
Com dois golos de desvantagem, a mensagem passada aos jogadores foi de aumentarmos a agressividade defensiva, com ênfase nas primeiras linhas, e sobretudo, não perdermos a calma nem a concentração visto que, um terceiro golo Beiramarense colocar-nos-ia numa situação muito delicada.
A mensagem foi bem interiorizada e, aproveitando uma recuperação de bola no meio campo ofensivo, Fábio reduz para 1-2, com um bom remate em zona central. O golo teve o condão de galvanizar os nossos jogadores e acabou por abalar um pouco a estrutura defensiva adversária. Já perto do termo da partida viríamos a igualar o marcador, mercê de uma boa combinação ofensiva que permitiu a Tiago Dias finalizar na zona dos 9 metros, estabelecendo o resultado final de 2-2.
Apesar de não ser este o resultado que pretendíamos, é de enaltecer o carácter, a atitude e o espírito de todo o nosso grupo que conseguiu recuperar de uma desvantagem de 2 golos, com pouco tempo para jogar, frente a um adversário de grande qualidade.
Uma palavra de apreço também para Ismael, que numa queda aparatosa a meio da 2ª parte, lesionou-se, ficando impedido de prosseguir em jogo.
Jogámos com:
Tiagão (GR); Tiago Dias (1), Rafael, Ismael e Xico – 5 inicial.
Jogaram ainda: Renato e Fábio (1)
Não foram utilizados: Parracho (GR), Gonçalo, Jacinto, Tiago Ferreira e Tiago Fernandes.
O próximo jogo e último desta 1ª volta será fora de casa, frente ao Belazaima, no próximo Sábado (29/11/08) às 15h.
Depois de 2 semanas de folga, deslocámo-nos ao Pavilhão do Barrô para defrontar a formação local. Esperávamos um jogo difícil, mas estávamos confiantes que seríamos capazes de realizar uma exibição condizente com a nossa valia e, deste modo, alcançarmos um resultado positivo.
Os primeiros minutos de jogo anunciaram a toada que manter-se-ia durante toda a partida: ritmo elevado, preocupação em ocupar bem os espaços, duas equipas à procura dos 3 pontos.
Ao maior domínio territorial da equipa da casa, respondíamos com segurança defensiva em todas as zonas do campo e transições eficazes, o que nos permitia atacar sempre com muita intencionalidade a baliza adversária. Assim, depois de já termos desperdiçado algumas ocasiões (a esta altura já tínhamos enviado uma bola ao ferro), chegámos à vantagem no marcador.
No entanto, em duas falhas colectivas desequilibrámo-nos e permitimos ao adversário dois contra-ataques em situação de superioridade numérica, que serviram para o Barrô passar para a frente do placard (2-1). Soubemos, porém, responder e ainda antes do intervalo viríamos a obter o tento do empate. O 2-2 não sofreria alteração até ao intervalo e era espelho do equilíbrio patenteado em campo.
A 2ª parte não alterou as características do jogo: mais posse de bola para a equipa da casa e muito poder ofensivo dos visitantes. Em boa jogada colectiva, o Barrô chegou ao seu 3º golo, passando o resultado para 3-2 a seu favor. Mantivemos a calma e volvidos poucos minutos, voltámos a igualar a contenda, 3-3, ainda a 2ª parte ia a meio.
O aproximar do fim do jogo e a ânsia de vencer de parte a parte, transportou o jogo para um ritmo frenético, tenso e com muitas situações de finalização nas duas balizas, tendo as melhores oportunidades pertencido à nossa equipa. Porém, a cerca de 2 minutos do termo da partida, viríamos a sofrer o 4º e derradeiro golo do jogo, através da cobrança de um livre directo em que defensivamente poderíamos ter feito melhor.
Com pouco tempo para jogar, tudo fizemos para, pelo menos, chegar ao empate, mas duas excelentes intervenções do GR contrário acabaram por ditar a vitória do Barrô.
Num jogo de incerteza no marcador como este, qualquer uma das equipas poderia ter ganho. Ambas as equipas procuraram os 3 pontos, proporcionaram um jogo emocionante, muito competitivo, acabando por ser mais feliz a equipa que soube aproveitar com eficácia as oportunidades que teve. Ao GDG, mesmo não atingindo a totalidade dos objectivos a que nos propusemos nesta jornada (aliar uma boa exibição a um bom resultado), há que realçar a coragem e a atitude competitiva de todo o grupo neste jogo.
Jogámos com:
Parracho (GR); Tiago Dias, Ismael (2), Rafael e Fábio – 5 inicial.
Jogaram ainda: Xico (1) e Renato.
Não utilizados: Tiagão, Gonçalo, Paulo e Jacinto.
O próximo jogo será disputado no nosso Pavilhão a 22/11, às 11h, frente à formação vizinha do Beira-Mar.